Essa passagem de Jesus nos ensina algo que nos parece muito lógico e sensato quando a lemos, mas que dificilmente teríamos tal pensamento antes de conhecê-la. Muito simples e didático, Jesus nos ensina que é a Fé a base realizadora das atividades do homem, sendo mediada pela real vontade para efetivá-las. Se nós, seres humanos, conseguimos realizações pela insistência diante de outros seres humanos, o que não crer que o Pai, divino Criador, nos oferte daquilo que realmente desejamos e necessitamos?
A Fé é a crença real em algo imaginário, que possibilita a materialização de desejos íntimos do espírito, convicto em si mesmo e na força divina que o rege. Ao atingir a Fé íntima, o espírito transcende seus medos e inseguranças e inicia um processo de ligação espiritual com as entidades que o circunda e que querem o seu bem. Convicto desse apoio e alimentado de boas vibrações, o espírito tem total capacidade de desenvolver as suas potencialidades espirituais.
Por que Deus rejeitaria um pedido, uma súplica ou uma oração de seus Filhos amados, que possuem em si o gérmen de Sua própria natureza? Deus não rejeita, nós é que necessitamos atingir a força essencial para a construção de nossos intuitos.
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