O que vejo é mesmo o que existe?;
Lá aonde aparece a solidão, o que vejo?;
Olho, mas não tenho certeza daquilo que vejo;
Olho, mas não tenho olhos para enxergar;
O que esperar, se meus olhos não vêem?;
O que fazer se eles não vêem além daquilo que querem ver?;
Ah!, olhos de complexo aperfeiçoamento;
Para que ver além daquilo que posso ver?;
Olhos, sempre os mesmos;
Quero me cegar;
E não ver mais aquilo que vejo;
Olhos, eu quero que se fechem, e abram-se;
Agora não mais para aquilo que se vê;
Mas para aquilo que se sente.
Serão encontrados aqui versos e prosas de conteúdo também Espírita,além de psicografias, elaborados com respeito, sinceridade e Amor. Desejo contribuir, de alguma forma, para a realização de tarefas que todos nós temos perante os Desígnos de Deus.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Em Deus
Na dificuldade da luta, abrace Deus;
Na tortuosidade do caminho, foque-se em Deus;
Na desgraça íntima, busque Deus;
Na dor pessoal, ame Deus;
No aflito insofismável, clame por Deus;
No âmago do ódio, lembre-se de Deus;
Na irreflexão de um ato, raciocine Deus;
Na prática do cotidiano, encontra a Deus;
Na semente do bom fruto, colhe Deus,
Na paciência da vida, Deus lhe auxilia, pois onde estiver,
Ele também está.
Na tortuosidade do caminho, foque-se em Deus;
Na desgraça íntima, busque Deus;
Na dor pessoal, ame Deus;
No aflito insofismável, clame por Deus;
No âmago do ódio, lembre-se de Deus;
Na irreflexão de um ato, raciocine Deus;
Na prática do cotidiano, encontra a Deus;
Na semente do bom fruto, colhe Deus,
Na paciência da vida, Deus lhe auxilia, pois onde estiver,
Ele também está.
domingo, 4 de outubro de 2009
“A espada e o fogo de Cristo”
Em um de seus ensinamentos, Jesus nos diz: “Não penseis que vim trazer a paz a Terra. Não vim trazer a paz, mas a espada. Pois vim separar o homem do pai, a filha da mãe, e a nora da sogra; e os homens terão como inimigos os próprios familiares” – Mateus.
Uma vez sendo o maior defensor da paz, da misericórdia e do amor para com o semelhante, Jesus certamente deseja exprimir algo além das palavras e de seus significados usuais. Enfatiza o Mestre que “Eu vim para lançar o fogo a Terra – e que quero eu senão que arda?”.
Sabiamente, Jesus nos chama a guerra contra as atrocidades do mundo, contra aos irmãos ainda obstinados pela matéria, cegos a realidade espiritual. Esse conflito se estrutura na real vivência do Evangelho, da coragem de pô-lo em prática. Por ser um planeta de Expiação e Provas, o discípulo de Cristo não conseguirá atuar na Terra se não desafiar as estruturas milenares da ignorância e do orgulho, não somente da sociedade humana, mas principalmente de seu próprio íntimo.
Aquele que desejar combater o mundo iníquo, sem, entretanto, ter trabalhado em sua auto-renovação, não conseguirá ter a solidez necessária para a labuta rotineira e árdua de um seareiro. A batalha primeira é a íntima, a qual leva o indivíduo a julgar seus próprios valores e crenças, sob a luz do Evangelho, com o intuito de remover as “ervas daninhas” de seu próprio jardim. Se assim não fosse, como seria possível apontar, com amor, o erro de alguém havendo dentro de si erros muito piores e inconscientes? O orgulhoso e o injusto assim o fazem, por isso que suas atitudes não coincidem com a moral cristã.
A consciência livre é o campo de cultivo para o seareiro, que a partir da vitória sobre si mesmo, está apto a defender aquilo que não é de sua criação e muito menos lhe cabe subverter, a Doutrina de Cristo. E com ela estruturada dentro de si mesmo, é capaz o discípulo de suportar qualquer tipo de manifestação contrária, com coragem e sabedoria, sem se distanciar do respeito, da humildade e do amor.
Fontes:
- O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XXIII. “Moral Estranha” – “Eu não vim trazer a paz, mas a divisão”.
- Jesus Nazareno – Huberto Rohden- editora Martim Claret - parte “A espada e o fogo do Cristo”
Uma vez sendo o maior defensor da paz, da misericórdia e do amor para com o semelhante, Jesus certamente deseja exprimir algo além das palavras e de seus significados usuais. Enfatiza o Mestre que “Eu vim para lançar o fogo a Terra – e que quero eu senão que arda?”.
Sabiamente, Jesus nos chama a guerra contra as atrocidades do mundo, contra aos irmãos ainda obstinados pela matéria, cegos a realidade espiritual. Esse conflito se estrutura na real vivência do Evangelho, da coragem de pô-lo em prática. Por ser um planeta de Expiação e Provas, o discípulo de Cristo não conseguirá atuar na Terra se não desafiar as estruturas milenares da ignorância e do orgulho, não somente da sociedade humana, mas principalmente de seu próprio íntimo.
Aquele que desejar combater o mundo iníquo, sem, entretanto, ter trabalhado em sua auto-renovação, não conseguirá ter a solidez necessária para a labuta rotineira e árdua de um seareiro. A batalha primeira é a íntima, a qual leva o indivíduo a julgar seus próprios valores e crenças, sob a luz do Evangelho, com o intuito de remover as “ervas daninhas” de seu próprio jardim. Se assim não fosse, como seria possível apontar, com amor, o erro de alguém havendo dentro de si erros muito piores e inconscientes? O orgulhoso e o injusto assim o fazem, por isso que suas atitudes não coincidem com a moral cristã.
A consciência livre é o campo de cultivo para o seareiro, que a partir da vitória sobre si mesmo, está apto a defender aquilo que não é de sua criação e muito menos lhe cabe subverter, a Doutrina de Cristo. E com ela estruturada dentro de si mesmo, é capaz o discípulo de suportar qualquer tipo de manifestação contrária, com coragem e sabedoria, sem se distanciar do respeito, da humildade e do amor.
Fontes:
- O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XXIII. “Moral Estranha” – “Eu não vim trazer a paz, mas a divisão”.
- Jesus Nazareno – Huberto Rohden- editora Martim Claret - parte “A espada e o fogo do Cristo”
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