quinta-feira, 25 de novembro de 2010

De braços abertos

Não sinto os meus braços
Não lembro quando os fechei
Nem a razão para isso.....
Parece que o sangue estancou e caiu...
Chegou a pingar, derramar e não parou...
Engraçado é não saber o porquê
Fechar os braços...

Mas penso hoje; quanta besteira...
Quero abri-los, alargá-los
O sangue ainda corre, mas pinga, derrama ainda

Estão se abrindo, Oh, Graças!
E o sangue a se estancar, Graças!
Carrega a minha gratidão, minha querida!

sábado, 13 de novembro de 2010

Não

Que os seus nãos não sejam os meus nãos
Que os meus sims sejam os seus sims
Que o meu sim seja, mesmo com o seu não
Mas que o seu não não me machuque tanto...

Que o meu sim consiga superar o seu não
Que o seu não modifique-se para o seu sim
Que a soma do seu não com o meu sim
Possa formar o sim para uma vida
A minha, a sua, a nossa...