Não sinto os meus braços
Não lembro quando os fechei
Nem a razão para isso.....
Parece que o sangue estancou e caiu...
Chegou a pingar, derramar e não parou...
Engraçado é não saber o porquê
Fechar os braços...
Mas penso hoje; quanta besteira...
Quero abri-los, alargá-los
O sangue ainda corre, mas pinga, derrama ainda
Estão se abrindo, Oh, Graças!
E o sangue a se estancar, Graças!
Carrega a minha gratidão, minha querida!
Serão encontrados aqui versos e prosas de conteúdo também Espírita,além de psicografias, elaborados com respeito, sinceridade e Amor. Desejo contribuir, de alguma forma, para a realização de tarefas que todos nós temos perante os Desígnos de Deus.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Não
Que os seus nãos não sejam os meus nãos
Que os meus sims sejam os seus sims
Que o meu sim seja, mesmo com o seu não
Mas que o seu não não me machuque tanto...
Que o meu sim consiga superar o seu não
Que o seu não modifique-se para o seu sim
Que a soma do seu não com o meu sim
Possa formar o sim para uma vida
A minha, a sua, a nossa...
Que os meus sims sejam os seus sims
Que o meu sim seja, mesmo com o seu não
Mas que o seu não não me machuque tanto...
Que o meu sim consiga superar o seu não
Que o seu não modifique-se para o seu sim
Que a soma do seu não com o meu sim
Possa formar o sim para uma vida
A minha, a sua, a nossa...
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