Nas cidades, onde os céus são enegrecidos
Parecidos que estão com a fumaça que os rodeia
São como o pó sobre pó, massa sobre massa
Sem água
Nas cidades os feijões sem crescimento
O arroz pequenino
As frutas desfloridas
Os canteiros sem brilho
O que resta numa cidade destas,
Numa noite enamorada por falsidade,
A mais do que ser mais falso
Na tentativa de querer ser algoa mais
Poder crescer e ser grande
Florecer e desabrochar
Ter brilho e luz
Numa cidade fria e sem vida
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