domingo, 17 de abril de 2011

Cidades

Nas cidades, onde os céus são enegrecidos
Parecidos que estão com a fumaça que os rodeia
São como o pó sobre pó, massa sobre massa
Sem água

Nas cidades os feijões sem crescimento
O arroz pequenino
As frutas desfloridas
Os canteiros sem brilho

O que resta numa cidade destas,
Numa noite enamorada por falsidade,
A mais do que ser mais falso
Na tentativa de querer ser algoa mais
Poder crescer e ser grande
Florecer e desabrochar
Ter brilho e luz

Numa cidade fria e sem vida

Nenhum comentário:

Postar um comentário